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quinta-feira, 29 de junho de 2017

TECNOLOGIA: China inaugura a maior usina elétrica flutuante do mundo

China. Um dos países mais populosos do mundo também é, por consequência, um dos maiores poluidores do meio ambiente.

huainansolar2Tomando ciência de que é impossível conviver om a poluição (pelo menos de forma saudável), a China investe grandes quantias de dinheiro e tecnologia  em fontes de energias limpas. Tanto é que recentemente, começou a funcionar em uma região alagada da cidade de Huainanmaior usina solar flutuante do mundo.

Ela foi instalada pelo governo e está instalada em cima de uma região de mineração já abandonada. Esta região foi alagada e como a profundidade média é de 7 metros,  a empresa chinesa Sungrow instalaram painéis solares que ao todo geram 40 megawatts de energia elétrica.

Esta usina produz sozinha aproximadamente 43% de energia a mais de toda a produção de energia solar do Brasil que, segundo dados da Aneel, é de apenas 28 megawatts. A previsão é que para aproximadamente em 2030 a geração de energia limpa no Brasil seja perto de 9 %. Ainda assim, é muito pouco para o nosso país.geracao-de-energia-com-fontes-renovveis-5-638

Graças a grande quantidade de industria de eletrônicos e investimento em tecnologia, a China atualmente é o país onde mais se produz energia solar no mundo.  Estima-se que se toda a estrutura existente até a presente data ficasse 100% funcional em todo o país, a China estaria gerando 77 GIGAwatts (sim, Gigas, e não megas). Se tudo correr conforme o planejado, o governo Chinês pretende somar mais 110 gigawatts para sua produção de eletricidade fontes solares, sendo que desses 110 eles planejam que uma só usina gere perto de 2 GIGAwatts. Para isso planeja usar perto de 6 milhoes de painéis fitovoltaicos.

china_renovavel

Enquanto isso, no nosso país, a energia solar ainda é opção quaternária em termos de geração de energia, pois aqui prefere-se as hidro elétricas, as usinas nucleares, as termicas e, em último lugar vem a solar acompanhada ela eólica. Os dados, de acordo com a Aneel, demonstram que apenas 0,02% da eletricidade do país é produzida hoje, com painéis solares fotovoltaicos.

Fontes: Science today; Anael

domingo, 18 de junho de 2017

Broca ultrassônica no combate a temida trombose


Olá amigo leitor. Eu não me canso de admirar a inventividade humana em todas as áreas, até mesmo nas armas de aniquilição em massa.  Mas as armas as quais me refiro é para aniquilação de células cancerosas, entupimentos, bactérias, virus e outros inimigos que nos espreitam e atacam nosso corpo sem o menor aviso. Então, hoje eu trago ao seu conhecimento a mais nova arma para desintegrar coágulos baseada em ondas ultassônicas.

Broca de som

hemostasia-e-trombose-webA medicina considera que a remoção ou dissolução efectiva de grandes coágulos sanguíneos continua a ser um desafio no tratamento clínico de doenças trombo-oclusivas agudas. O desenvolvimento de um dispositivo intramuscular (tipo um cateter) contendo um transdutor de ultrassom mediado por microbolhas no intuito de  melhorar a taxa trombolítica minimizando ainda a dose  de medicamentos trombolíticos requerida, é sem dúvida um avanço digno de nota.

A ideia veio da hipótese de que um transdutor de ultra-som com sub-megahertz e futuro com um tubo de injeção de microbulhas integrado é mais vantajoso para a trombólise eficiente, aumentando o microrreitamento induzido por cavitação do que os transdutores convencionais de alta frequência e aparência lateral montados em cateter.

Desenvolvemos transdutores miniaturizados personalizados e demonstraram que esses transdutores são capazes de gerar pressão suficiente para induzir a cavitação de agentes de contraste de microborbulhamento com lipídios. Nossa tecnologia demonstra uma taxa de trombólise de 0,7 ± 0,15% de perda / min in vitro sem uso de drogas trombolíticas.Usando uma nova técnica para direcionar ondas de ultra-som com precisão, uma equipe norte-americana conseguiu criar uma autêntica "broca ultrassônica", porém, ao invez de uma ponta metálica rotativa como toda a broca, esta em particular  é formada por ondas ultrassônicas na faixa dos 620 KHz, ou seja, 620.000 ciclos completos por segundo!

Trata-se  da primeira ferramenta técnica baseada em ultra-som que emite feixes diretamente para frente, o que a torna uma ferramenta cirúrgica de penetração inédita, usando um ultra-som na ponta de um cateter junto com um tubo que gera micro bolhas para quebrar coágulos sanguíneos que podem causar trombose.Ultrassom

A nova técnica deverá viabilizar a criação de instrumentos médicos que gerem melhores resultados e que também reduzam significativamente o tempo de tratamento para os pacientes.

O equipamentos de ultra-som utilizados atualmente contra a trombose geram feixes "abertos" (não focados), que atingem os coágulos lateralmente, com uma eficácia pobre em relação ao novo método. Outras técnicas mais invasivas incluem as microbrocas de diamante, porém, estas não conseguem “quebrar” os coágulos em pedaços pequenos o suficiente para que eles sejam totalmente levadas pela corrente sanguínea ou sugados pela ponta do cateter em alguns aparelhos.

"Nossa nova ferramenta de ultra-som é voltada para frente, como uma broca, e ainda quebra os coágulos em partículas muito finas," disse Xiaoning Jiang, da Universidade Estadual da Carolina do Norte. "Nossa abordagem melhora a precisão sem depender de altas doses de diluentes do sangue, o que, esperamos, reduza amplamente os riscos."


A configuração é do tipo direcional e o feixe de ultrassônico pode ser ajustado conforme a necessidade do tratamento. [Imagem: Jinwook Kim et al. - 10.1038/s41598-017-03492-4]

Dissolução de coágulos

Embora ainda não tenha sido usado em humanos, o equipamento tem tudo para dar um salto no tratamento e dissolução de pessoas com problemas de coágulos.

Broca ultrassônica destrói coágulos da trombose

Em sua pesquisa, o responsável pela construção da broca ultrassônica, o Dr.Jinwook Kim diz:“Constatamos que podemos dissolver 90% de um coágulo em 3,5 a 4 horas sem usar nenhum diluente de sangue,". Esse tempo para nós pode parecer muito, mas se levarmos em consideração que as técnas usadas até então, incluindo ajuda de medicamento para diluir coagulos leva em média 10 horas por aplicação. Sim, foi um salto considerável em termos de tempo de tratamento.

Após o registro da patente da broca ultrassônica, os pesquisadores  procuram parceiros da indústria para ajudar a transformar o protótipo em um equipamento médico pronto para uso.


Fonte: Site Inovação Tecnológica; Scientifc Reports; Nature

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sábado, 3 de junho de 2017

Afinal, gravar conversas é crime ou não?


Olá pessoas!

Entendam de uma vez por todas se gravar uma conversa é ou não crime e se elas podem ou não ser usadas como provas judiciais.


gravacao_thumb[1]

Não é segredo que à medida que as tecnologias cotidianas evoluem nos meios de comunicação, passamos a ter acesso automático a diversas facilidades que nos são oferecidas pelos equipamentos como smartphones, entre elas, a gravação de uma conversa que estamos tendo no momento, seja  presencial ou pelo telefone.  As dúvidas que surgem são: a) gravar minhas conversas ou de outras pessoas é crime? b) quando uma conversa gravada pode ser aceita e usada como prova em processos judiciais?

Não tenho intuito de esgotar a matéria, mas que pelo menos ela sirva para lançar um pouco de luz para seu entendimento e curiosidade e entenda quando gravar conversa é crime ou simplesmente o exercício de um direito; ou ainda, a diferença entre uma gravação e uma interceptação:

É crime gravar uma conversa ?

Como nem sempre uma pergunta simples gera uma explicação simples, a resposta mais curta para esta pergunta é “depende”! Por envolver uma série de fatores, a questão é complexa. Entre este fatores destaco: 1)direito à privacidade, 2) direito à intimidade, 3) liberdade de expressão, 4) legalidade, 5) propriedade intelectual  e 6) outros fatores.

É certo afirmar que, por questões de princípios fundamentais do direito brasileiro, gravar conversa é crime em determinadas situações e, em outras situações, é encarado como um exercício de direitos regulares.

Via de regra, a primeira coisa a se observar é se você participou da conversa que você mesmo gravou. Se SIM,  a regra é que a prática não seja criminosa, exceto se você grava com intenção clara de extrair uma confissão de maneira forçada, ou ainda “enrolar” alguém e induzí-la a erro, ou seja, diálogo forçado onde se nota uma clara “manipulação” da situação.

Caso você não participe da conversa e necessite apresentá-la a alguém ou como prova em algum processo, ela só terá validade nas seguintes situações: 1) Se havia autorização judicial para a gravação; 2) Se as partes que estão sendo gravadas estão cientes da gravação e a autorizarão; 3) Qual a finalidade da gravação?  Há alguma intenção de divulgação da gravação ou há intenção de usá-la como defesa? Qualquer situação que fuja do descrito acima é passível de ser uma prova não aproveitável, ou seja, desqualificada.

Como se vê, o que define se uma gravação foi obtida de forma legal ou criminosa é algo puramente conceitual!

Diferença entre Interceptar ou gravar uma conversa

A prática judicial e interpretativa da Legislação no Brasil entende que gravar conversas é considderado crime quando a conversa é de terceiros e não há autorização nenhum tipo de autorização judicial para que ela ocorra. Isso pode ser encontrado nos termos da lei 9.296, de 1996 que regra os procedimentos de uma gravação ser válida, desde o pedido da autorização até o “como” proceder a interceptação de conversas de terceiros investigados. Então, observando as regras, a gravação obtida é considerada como prova lícita e pode ser utilizada como prova em processos e investigações. Entendeu a diferença entre a gravação e interceptação?

Gravações podem ser utilizadas como provas judiciais em alguns casos, de acordo com as circunstâncias observadas pelo juiz responsável. Não é uma garantia que uma gravação pessoal deva ser aceita em um processo, pois sua legitimidade é discutível.

Interceptações lícitas e ilícitas

É a lei lei 9.296 de 1996 que define os moldes para a licitude de uma interceptação telefônica ou informática, para qualquer fim. Oque torna a interceptação lícita é a autorização. Ela só pode e deve ser concedida pelo juiz da ação principal sendo tratada em cada caso e deve obedecer critérios que protegem a prova contra arbitrariedades durante uma investigação.

Havendo indícios razoáveis para uma autorização de interceptação, tal procedimento será relevante para o processo e o fato sendo julgado deve apresentar possibilidade de pena de reclusão (mais grave).

Uma característica sobre a interceptação: Ela só pode existir como legítima em casos onde não há outros meios de produzir provas, senão através de interceptação de determinada conversa. qQualquer outro caso que fuja desse padrão, gravar qualquer conversa é crime, quando trata-se de conversas alheias, ou seja, onde você não participa.

Fontes de pesquisa:  Jus Navegandi, Jus Brasil, Planalto.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O maior show da terra!

Olá. Navegando pela internet achei o site SYMPHONY OF SCIENCE. Nesse site pude encontrar muitos clipes interessantes como esse abaixo. Não darei muitos detalhes. Veja o vídeo (3 minutos e meio) e julgue você mesmo.

Grande abraço!

Muito legal. Merece ser visto.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Prata + Salmão = Memória de Computador!

Olá, tudo bem? Pois é, estou um pouco sumido… tirando umas férias e pondo outras pendências em dia. Em breve voltarei a postar com mais regularidade. Segue a matéria curiosa. Grande abraço!

Uma equipe composta por engenheiros especializados em nanotecnologia e biólogos conseguiu criar um tipo de memória não-volátil usando DNA de salmão e nanopartículas de prata.

A memória é do tipo write-once-read-many (WORM), assim como os discos óticos atuais. Basicamente, os pesquisadores criaram um fino filme de polímero contendo DNA de salmão e as nanopartículas de prata.


DNA de salmão com as nanopartículas de prata

As moléculas de DNA são posicionadas seguindo um padrão regular. Ao expor o biopolímero à luz ultravioleta, as nanopartículas de prata se agregam em torno do DNA. Este processo parece ser permanente e de acordo com os pesquisadores, os dados são armazenados indefinidamente.

Para ler os dados armazenados, o biopolímero é posicionado entre dois eletrodos e os dados são lidos depois que uma voltagem específica passa por ele. A voltagem usada para “leitura” é de apenas 2.6V, que é similar À voltagem das memórias DRAM e Flash que temos hoje.

Usar DNA para criar a base de um computador parece ser algo estranho, mas atualmente é uma esfera da nanoengenharia que vem se desenvolvendo nos últimos anos.

Em junho de 2011, moléculas de DNA foram usadas na criação de um circuito bioquímico capaz de realizar o cálculo de uma raiz quadrada. Este circuito foi criado com 74 moléculas de DNA.

Já sobre a memória baseada no DNA de salmão, os pesquisadores disseram que esta técnica poderá eventualmente ser usada para criar dispositivos de armazenamento ótico.

Como este método usa eletricidade ao invés de laser para ler os dados, é provável que sejam criados chips óticos com circuitos integrados ao invés de discos no futuro.

Fonte: Baboo


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

ASSUSTADOR: A China Vai Quebrar a Economia Mundial!!!

Olá amigos. Geralmente não me deixo levar por falsas correntes de pensamento que circulam livremente pela internet.  O que estou postando nas linhas abaixo já circula desde agosto de 2011, e é REALMENTE muito sério. Sugiro que invista 5 minutos do seu tempo para a leitura abaixo e pense bem antes de comprar.  Grande abraço.

Há 200 anos Napoleão Bonaparte fez uma profecia, que está começando a realiza-se atualmente, ao dizer: "Deixem a China dormir porque, quando ela acordar, o mundo vai estremecer".

A China do Futuro - o Futuro é Hoje... A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China ....... Eis um aviso para o futuro! Mas quem liga para esse aviso? Atualmente ninguém ! Agora é só aproveitar.... E APROVEITAR ...! E depois como será para os nossos filhos ? Que futuro terão ?

JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?

Por Luciano Pires (Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação) .

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões...

A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.

trabalhadores chinesesOs chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas... Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares: Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo, que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.

Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios.... estamos perante uma escravidão amarela e alimentando-a...

Horas extraordinárias? Na China...? Esqueça !!! O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada por isso... Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.

Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia "de poder" para ganhar o mercado ocidental .

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos 'marqueteiros' ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela "agrega de valor": a marca.

Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto "made in USA". É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.

As Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares...

dinheiro chinesApenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.

Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que se pode chamar de "estratégia preçonhenta" (preço com peçonhento).

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas e tecnologia, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo. ..

Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com os “designs”. suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.

Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços, gerando um "choque da manufatura", como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde demais. Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.

Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.

Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado, pois quem tem o monopólio da produção, manda.

Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos, ela é quem vai regular os mercados e não os "preçonhentos".

Iremos, nós e os nossos filhos, netos... assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa. Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando boliche no clube da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados.

E então lembrarão, com muitas saudades, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos esclavos" chineses, vendendo caro suas "marcas-grifes" aos seus conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas, pois, foram todas copiadas....

REFLITAM E COMECEM A COMPRAR - JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVÊNCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA... E DE SEUS DESCENDENTES.


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Veja Papai Noel (Oficial) AO VIVO!

Pois é amigos, no endereço abaixo é possível você visitar a casa do papai noel lá na Finlândia, inclusive “encomendar” brinquedos artesanais feitos por ele e seus ajudantes. Muito legal. 

Devido a diferença de horário aqui no Brasil, você poderá vê-lo diariamente todas as manhãs até as 3 da tarde. Não perca a oportunidade de mostrar o papai noel para seus filhos!  Um abraço.

http://www.santaclauslive.com/main.php?link=santa_claus_live&kieli=eng&pid=2 (quando a página abrir, clique no quadro preto para começar a ver a webcam)!


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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mais de 300 Mil Famílias Paulistanas Já Foram Vítimas de Crime Eletrônico

por Fernanda de Moraes Bonadia

Enquanto 9,72% dos homens dizem ter sido vítima; 7,28% das mulheres afirmam o mesmo, diz pesquisa

Mais de 300 mil famílias residentes na cidade de São Paulo possuem, pelo menos, um integrante que foi vítima de crimes realizados na internet.

O dado faz parte de uma pesquisa realizada pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

Outro resultado do levantamento demonstra que os homens são mais suscetíveis a essas práticas do que as mulheres: 9,72% dos paulistanos dizem já ter sido vítimas de um crime eletrônico, ao passo que 7,28% delas afirmam o mesmo.

Crimes virtuais


Dentre os ataques virtuais mais citados pelos entrevistados, estão:

  • Desvio de dinheiro da conta bancária - 24,71%
  • Clonagem de páginas pessoais - 15,29%
  • Não entrega de produtos comprados - 15,29%
  • Compras indevidas creditadas em cartão de crédito - 14,12%
  • Uso indevido de dados pessoais - 12,94%
  • Clonagem de cartão - 7,06%
  • Compras em lojas que não existem - 2,35%

Após ser vítima de um crime na web, 29,41% dos paulistanos não voltam a comprar na internet. Esse número é 5,01 pontos mais baixo do que o registrado em 2010, o que demonstra que os paulistanos estão aprendendo com os erros e procurando se proteger em vez de simplesmente abandonar o e-commerce.

Apesar disso, o total de consumidores que utiliza algum software de proteção para o aparelho eletrônico usado para as compras - como um antivírus - recuou de 79,45% para 76,85% em um ano.

Após ser uma vítima...


Quando os paulistanos são vítimas de algum dos crimes virtuais listados abaixo, o que eles fazem para solucionar o problema? De acordo com o estudo, o BO (Boletim de Ocorrência) é feito por 37,65% deles.

Com relação à clonagem de páginas pessoais, em 20% dos casos a solução encontrada foi cancelar a conta no site. Já os cartões de crédito ou débito são cancelados em 15,29% das ocorrências.

Os bancos, por sua vez, fizeram reembolso para os clientes em 9,41% das vezes e a operação foi cancelada com a operadora do cartão de crédito em 4,71% das ocorrências.

Sobre o estudo


A Pesquisa sobre Hábitos dos Paulistanos na Internet foi realizada em maio de 2011, com 1 mil entrevistados residentes na cidade de São Paulo. O objetivo era identificar os hábitos de consumo pela internet e questões relacionadas aos crimes eletrônicos.

Fonte: InfoMoney - 10/10/2011


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domingo, 18 de setembro de 2011

Faça Você Mesmo: Rádio de Galena

Esta matéria foi produzida pelo Professor Luiz Ferraz Netto (leobarretos@uol.com.br). Esta matéria e muitas outras mais podem ser pesquisadas em: http://www.feiradeciencias.com.br.

Essa matéria é recomendada para alunos da 8a série e iniciantes em eletrônica.

Parte Experimental

Nas partes anteriores vimos de modo bastante simples de que modo podem ser produzidas as ondas eletromagnéticas e sua propagação pelo espaço. Nada melhor para fixar este aprendizado do que realizar algumas experiências simples com ondas de rádio, tanto na transmissão como na recepção.

Iniciamos com dois projetos bastante elementares de transmissores, servindo inclusive de base para Trabalhos Escolares e Feira de Ciências.

Introdução
Antes de existirem transistores ou válvulas, as ondas de rádio eram produzidas por técnicas que, à primeira vista, pode parecer estranhos aos alunos/leitores. Um deles era a bobina de centelha ou Bobina de Rumkorff, cujo aspecto é mostrado a seguir, em (a) e seu circuito esquemático, em (b):

Esta bobina consiste, na realidade, num transformador de alta tensão, de núcleo aberto, dotado de um vibrador acionado pelo magnetismo do próprio núcleo. Seu primário tem poucas espiras, mas seu secundário consta de milhares de voltas de fio, produzindo assim tensões muito altas. A menos do vibrador, isso que estamos descrevendo é exatamente a bobina de ignição automotiva (no caso, o vibrador é substituído pelo platinado do veículo).

Quando ligada a uma bateria, a bobina produz faíscas de alta tensão que, aplicadas a um circuito ressonante e de antena, produz ondas de rádio.

É claro que essas ondas não levavam informação alguma, pois são ondas contínuas (Continuous Waves  -- CW), mas podem propagar-se a distâncias enormes. Interrompendo em intervalos regulares estas ondas, pode-se estabelecer uma comunicação codificada através do código Morse. Marconi, Hertz e outros pesquisadores da era do rádio utilizaram este tipo de configuração para experiências de transmissão de ondas de rádio. Há uma variante desses transmissores na nossa Sala 15; clique aqui.

É claro que, com o desenvolvimento de novas técnicas, o advento das válvulas e depois dos transistores, a bobina de centelha para a produção de sinais de rádio se tornou peça de museu, mas nada impede que tenhamos uma configuração semelhante em nosso laboratório para algumas experiências.

Projeto 1
Transmissor de faíscas
O projeto que apresentamos é puramente experimental/didático, de modo que seu alcance não ultrapassa alguns metros, e sua freqüência não é bem controlada, o que significa que não deve ser aplicado em qualquer tipo de comunicação a longa distância. Abaixo segue o circuito esquemático:

O “centelhador” é na realidade um vibrador que rapidamente interrompe e estabelece a corrente que circula pelo circuito. Esta corrente excita a bobina e o capacitor que formam o circuito “ressonante”, produzindo assim a oscilação que se propaga pelo espaço na forma de ondas eletromagnéticas.
O manipulador nada mais é do que um interruptor (botão de campainha) que permite ligar e desligar a corrente no circuito, de modo a se enviar mensagens em código telegráfico (Morse). Para experimentações a 'técnica da lima' (substituir o interruptor por um fio esfregando numa lima) funciona muito bem.

A bobina L1 consiste de 100 voltas de fio comum (cabinho 22) num bastão de ferrite, e o capacitor variável é do tipo comum (1 secção) aproveitado de algum velho rádio.

Para colocar em funcionamento, ligue nas proximidades do transmissor um rádio de AM sintonizado em freqüência livre.

Aperte o manipulador e ajuste o vibrador para que ele entre em funcionamento (vibração) produzindo uma pequena centelha entre seus contatos. Neste ponto, um forte zumbido deve ser ouvido no rádio colocado nas proximidades, atestando seu funcionamento. Ajuste CV para a melhor recepção.

Nota: Observe que o sinal “se espalha” por boa parte da faixa de ondas médias. Este problema é que impede que o transmissor tenha aplicações diferentes das experimentais, pois interferiria em outras emissões.

Projeto 2
Microtransmissor transistorizado

Uma versão moderna, de freqüência estável, pode ser montada com apenas um transistor, conforme a esquematização a seguir:

A montagem, em ponte de terminais, é a ilustrada abaixo.

A bobina L1 consiste de 80 voltas de fio, comum ou esmaltado (#22 ou #24), enroladas num bastão de ferrite de 10 a 15 cm de comprimento, 1,0 cm de diâmetro, com tomada na 40a espira. O transistor pode ser oBC548 ou qualquer equivalente de uso geral.

O variável pode ser aproveitado de um rádio transistorizado fora de uso.

Para ajustar o transmissor, que opera emitindo onda continua (CW), basta apertar o manipulador e ajustar CV para que seu sinal seja captado num radinho nas proximidades, sintonizado num ponto livre da faixa de ondas médias.

Lista de material
Q1 - BC548 ou equivalente - transistor de uso geral
L1 - descrita acima
CV - descrito acima
C1 - 22 nF - capacitor cerâmico
C2 - 100 nF - capacitor cerâmico
R1 - 10k, 1/8W - resistor (marrom, preto, laranja)
S1 - Manipulador ou interruptor de pressão
B1 - 3V ou 6V - 2 ou 4 pilhas pequenas
Diversos: fios, bastão de ferrite, suporte de pilhas, ponte de terminais, base de montagem etc.

Projeto 3
Como construir um rádio "galena"
Os elementos necessários para a montagem de um rádio galena (seguindo o circuito da figura anterior) são simples e fáceis de serem encontrados nas lojas especializadas. São basicamente os seguintes:

1. Fio de cobre esmaltado para o enrolamento da bobina. Vamos precisar de 20 metros de fio # 24 (lojas de enrolamentos e consertos de motores);

2. Um tubo de PVC, ou mesmo, de papelão duro, para enrolar a bobina. Para se ter uma idéia grosseira desse tubo, basta dizer, que é possível substituí-lo pelo tubo de papelão no qual vem enrolando o papel higiênico. Esse tubo de material bom isolante elétrico tem comprimento de 10 a 12 cm e diâmetro entre 2,5 e 3,0 cm.

3. Um capacitor fixo. Seu valor é algo como 78 pF (leia 78 picofarad), disco ou cerâmico.

4. Um diodo de germânio para RF. Serve o tipo OA-90 ou equivalente (1N34 etc.)

5. Um fone de ouvido (cristal). Obtido de antigos rádios à pilha (os atuais fones de 8 ohms não servem!).

6. Fios longos para serem usados como antena e como “Fio-terra’’. Uns 20 metros de cabinho # 22 devem ser suficientes.

É claro, necessitamos das especificações técnicas de cada um destes elementos, pois do contrário, nenhuma loja poderá nos fornecer o material adequado. Damos estas especificações, acima, junto com a lista dos materiais. É possível que você não entenda exatamente o que elas significam; mas, pode estar certo de que, o homem da loja, ao ler a especificação, saberá, com exatidão, o que está sendo pedido.

Em linhas gerais, a montagem de um rádio galena pode ser resumida nos itens abaixo.

1. Enrolar o fio esmaltado #24, no tubo, para obter uma bobina com núcleo de ar. Deixar 15 cm livre em cada extremidade e lixar essas extremidades para retirar o esmalte protetor (detalhe acima à esquerda).

2. A seguir, os diferentes elementos deverão ser ligados como mostra a figura acima. Seu professor ou um amigo técnico em eletrônica poderá auxilia-lo nessa etapa.

Eis duas montagens caseiras:

Projeto 4
Transmissor e Receptor Mínimos

Esse projeto já se encontra descrito na Sala 15 - Eletrônica sob o título: Transmissor/Receptor Elementar 2. Para se transferir para lá, clique aqui.

Projeto 5
Galena - versão 2

Como se sabe, um rádio galena (também denominado 'receptor de germânio', pelo fato do diodo de germânio substituir o cristal de galena) não necessita de fonte de alimentação própria para seu funcionamento; uma simples antena e uma boa tomada de terra asseguram seu rendimento.

A antena pode ter um comprimento de 20 a 30 m, dependendo de quão afastado você está da emissora de 'broadcasting'; ela poderá ser do tipo L ou T. A tomada de terra pode ser a torneira do cavalete do 'relógio da água' que faz parte da canalização urbana; também poderá ser realizada enterrando-se uma vareta revestida de cobre (obtida em casas especializadas de material elétrico) em local bem umedecido.

A bobina de sintonia pode ser feita com um tubo de PVC de 3,0 cm de diâmetro. Para sintonizar as rádios de ondas médias (tradicional OM), o enrolamento L1 comportará 40 espiras juntas e L2 com 120 espiras juntas, com tomada na 45a espira a contar da extremidade de terra. L1 e L2 são enrolados no mesmo sentido e o espaçamento entre os dois enrolamentos deve ser de 3 mm. Ambos os enrolamentos usam fio de cobre esmaltado de diâmetro 0,2 mm.

Para receber ondas longas, L1 terá 80 espiras e L2 terá 220 espiras, com tomada na 80a contadas a partir da extremidade que vai ligada em terra.

O capacitor variável (CV) poderá estar compreendido entre 400 pF e 500 pF; podendo-se usar tanto o tipo de dielétrico de ar como o de mica. O capacitor (C1) que vai em paralelo com os fones de ouvido (filtro para a rádio-freqüência) é de 1500 pF, cerâmico.

O diodo (D1) é do tipo de germânio e poderá ser um OA79, OA85, 1N34 etc. Os fones de ouvido devem ser de alta impedância; 2000 ohms ou mais.

A seletividade desse receptor não é muito alta, mas atende perfeitamente nossos motivos didáticos. Sua apresentação (e discussão) em Feira de Ciências é altamente recomendada,  não só por esclarecer os princípios da rádio-difusão, mas por tratar-se de uma aplicação totalmente ecológica e sem o consumo de nenhuma energia extra (a não ser aquela já transportada pela própria onda eletromagnética).

Projetos de Consulentes do Feira de Ciências
Do jovem João Gerônimo, tive a satisfação de receber um e-mail com a seguinte contribuição:

Criei um circuito de Radio Galena, com base em vários estudos. Achei diversos tipos de circuitos de Radio Galena, uns até usando válvulas!
Mas estudei mais o circuito do Prof. Léo. O meu tem algumas modificações, como:
 
- Em vez de usar um capacitor variável, uso um Resistor variável de 1k5;
- Mudei o valor do capacitor, de 78 pF para 150 pF;
- Em vez de usar o galena uso o diodo de silício.
 
Essas modificações fizeram com que meu "galeninha", como gosto de chamá-lo, funcionar com um volume relativamente alto! Isso graças ao FEIRA DE CIÊNCIAS!
Só tenho 13 anos de idade e, meus vizinhos não acreditam no que faço. Eis as fotos:


Leiaisso120x601-2x

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

A História do Vibrador

Olá. Essa matéria é bem interessante. Recebi por e-mail. Segue a matéria:

O invento surgiu em meados do século XIX, a partir de um massageador a vapor, para tratar da histeria, distúrbio feminino causado pela ansiedade e irritabilidade. A massagem clítoriana era considerado o único tratamento adequado contra a histeria, de maneira que centenas de mulheres iam ao médico para que tivessem a zona massageada e induzidas a um "paroxismo histérico", hoje conhecido como orgasmo.


Modelo manual Woody

Em 1880, o doutor Joseph Mortimer Granvillee cansado de tanto masturbar manualmente as suas pacientes,  patenteia o primeiro vibrador eletromecânico com forma fálica.

Mod. manual - Dr. Johansen's

A histeria, suposta doença que os gregos tinham descrito como "útero ardente", converte-se numa espécie de praga entre as mulheres da época. Qualquer comportamento estranho "ansiedade, irritabilidade, fantasias sexuais" era considerado como um claro sintoma e a paciente era imediatamente enviada para receber uma massagem relaxante.


Mod. Manual Vibro-Life

No final do XIX a quantidade de mulheres que vão à consulta é tal, que os médicos já estão com problemas de LER (Lesões por esforço repetitivo) nas mãos e pulsos e então começam a inventar todo tipo de artefatos que lhes poupe o trabalho.
Normalmente eram bastões de plástico com um mecanismo bastante complexo, deixando o produto muito pesado e de difícil manipulação.

Mod a bateria - Ash Flash

Mesmo assim a variedade de vibradores daquela época é absurda, muitos modelos funcionavam com energia elétrica, outros com baterias ou gás ou água, inclusive foram desenvolvidos alguns que funcionavam a pedal. E os aparelhos tinham velocidades que variavam de 1.000 a 7.000 pulsações por minuto.


Mod. Manual - Macaura's blood circulator


Mod. elétrico - Golden-Glo Vitalator


Mod. a ar comprimido - Chas a Cyphers

Mod. a bateria - White Cross

Devido a grande procura e quantidade, os preços logo começaram a ser compatíveis para uso doméstico e deixaram de existir somente nos consultórios médicos. E foram os primeiros aparelhos de uso pessoal a serem introduzidos em casa, precedendo o secador de cabelos e o aspirador de pó.


Giro-Lator

Modelos como o "Barker Universal", o "Gyro-Lator" ou a "Miracle Ball" começam a sercomercializados através dos jornais de tiragem nacional.

Vibradores de uso portátil


Baker Universal

Miracle Ball

- "A vibração é a vida".
Diziam alguns anúncios.

- "Porque você, mulher, tem o direito a não estar doente".

Era o principal mote de muitos catálogos femininos onde o vibrador era publicitado como "instrumento para a tensão e ansiedade feminina". Seu uso era promovido como uma forma de manter às mulheres relaxadas e contentes.

- "A vibração proporciona vida e vigor, força e beleza".

- Ou ainda:

  "O segredo da juventude foi descoberto na vibração".

Sua comercialização chegou a tal extremo que alguns modelos incluiam um adaptador que convertia o vibrador numa batedeira de bolo.


Mod. elétrico - Try New Life

Pense ao que isso possa parecer hoje, naqueles anos a aplicação do vibrador sobre o clítoris era tida como uma prática exclusivamente médica.


Mod. elétrico - Vibro Eletra

Na chamada Era Vitoriana,

não era considerado ato sexual.


Mod. elétrico - Rolex

Os problemas, os tabus e a grande "sacanagem" que quase todos imaginamos hoje em dia ao ler este texto, começam mais tarde, a partir de 1920, pois foi a partir deste ano que os médicos abandonaram o uso do vibrador em seus consultórios pois eles começaram a aparecer em filmes pornográficos.
E, neles, as “atrizes” curavam sua histeria frente as câmaras. Os filmes fizeram com que o vibrador ficasse estigmatizado como coisa de mulheres da vida, nenhuma mulher fina ou mãe de família poderia ter uma histeria tranquila sabendo que a rameira da esquina fazia uso do mesmo instrumento.
Nos anos seguintes, a venda de vibradores foi então disfarçada sob formas de discutível sutileza.

Imagine a felicidade daquela esposa que, tendo recebido um aspirador de pó como presente de aniversário de seu marido, se deparasse com a panacéia ao abrir a caixa.

A partir desse momento, o vibrador começou a perder sua imagem de instrumento médico e nos finais dos anos 60, início da "queima dos sutiãs", quando estudos revelaram a importância do orgasmo pela estimulação direta no clitóris, o vibrador se popularizou como um aparelho sexual fundamental para a mulher.
Daí, veio a primeira grande mudança, agregar ao bastão uma capa de silicone ou látex, dando ao produto novos formatos e cores e proporcionando um contato muito mais agradável a pele.
Em seguida, com a evolução tecnológica, micro motores foram desenvolvidos aliados a baterias mais leves e duradouras, reduzindo o peso dos produtos e criando vários tipos de vibração para estimular ainda mais a região pubiana.

Este acima, foi recentemente lançado pela empresa Canden Enterprises, "Earth Angel", o primeiro

vibrador ecológico.
Este é o primeiro aparelho do género a funcionar sem pilhas e ativa-se graças a um mecanismo que utiliza uma manivela (voltamos aos anos 20) para carregar. A empresa assegura que com apenas quatro minutos usando a manivela, o aparelho funcionará durante 30 minutos.
E, para encerrar este post, enfim o cinema - sob uma ótica não pornográfica - prestará sua homenagem aos vibradores.
As filmagens vão ser realizadas no mês de outubro nas cidades de Londres e Luxemburgo. A estreia é prevista para 2011, quw se chamará  "Hysteria" ("Histeria", em tradução livre) se passará na Era Vitoriana  e mostrará dois médicos que tratam casos de histeria, uma condição caracterizada por uma irritabilidade aguda, raiva e choro súbito, associada às mulheres.

Um dos personagens faz um experimento elétrico para o tratamento da "doença". Dentre as atrizes do elenco, está Maggie Gyllenhaal (mas não, ela não será das que fazem uso do instrumento).
Fontes consultadas MDig / MiltonRibeiro / FrequenciaX / cinema.uol


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