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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Confusão mental do idoso

( Leia, é pequeno,importante e sério. Repassado pelo e-mail. )

 

Principal causa da confusão mental no idoso

Arnaldo Lichtenstein, médico


Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:   

- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?

Alguns arriscam: *"Tumor na cabeça".

Eu digo: "Não". 

Outros apostam: "Mal de Alzheimer" !

Respondo, novamente: "Não".

A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;     
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.

Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.

A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos
cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira.

Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.

Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de  tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:

Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

1 - O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao  perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços,fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.

"Líquido neles e rápido para um serviço médico".

(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das
Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

SEXTA FEIRA??? OOOOBAAAAAA!!!

 

@Jeeees_Freitas mandou pelo Twetter

É assim que me sinto nas 6ªs Feiras, hehehehehe.

Fonte: YOUTUBE e Twetter

quinta-feira, 24 de março de 2011

A que velocidade você anda?

 

Pesquisa aponta velocidade do andar como indicador da expectativa de vida

 

imageQual o ritmo do seu passo? Segundo um grupo de cientistas da University of Pittsburgh, o tempo entre um passo e outro pode ser um fator para desvendar quanto tempo você vai viver.
O estudo foi publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), o Jornal da Associação Médica Americana. Segundo os estudiosos conduzidos pela professora de medicina Stephanie Studenski, quem anda a uma velocidade igual ou superior a 1 metro por segundo (m/s) tem uma expectativa de vida maior que a de quem caminha mais lentamente.
O estudo acompanhou 34.485 pessoas com 65 anos ou mais moradoras de habitações comunitárias entre 1986 e 2000. A média de velocidade dos participantes era de 0,92 m/s. 17.528 indivíduos morreram durante o tempo de pesquisa. Cruzando estes dados com idade, sexo, uso de assistência para se mover, condições crônicas, histórico de tabagismo e consumo de álcool, pressão sanguínea, índice de massa corporal e hospitalização, os cientistas concluíram que a velocidade de caminhada é, sim, um fator indicador da expectativa de vida da pessoa.
imageStudenski defende que a capacidade de mobilidade e força de uma pessoa são indicadores de saúde e vitalidade. Consequentemente, estas vivem mais tempo. Mas não é para ninguém se apressar e começar a apertar o passo. O corpo de cada um escolhe sua rapidez ao caminhar e não é algo que dê para ajustar, como se fosse o controle de velocidade de um ventilador. A pesquisa revelou a velocidade dos passos como um indicador, não como um determinador. Eles dão uma ideia do quanto se viverá, mas não é possível reduzir ou acelerar a caminhada para alcançar o tempo de vida desejado.

Fonte: Blog +de50

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