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quarta-feira, 20 de julho de 2011

HONORÁRIOS NÃO SÃO GORJETA


Pois é pessoal. A coisa é assim (pelo menos aqui no estado de São Paulo): As pessoas chegam para o advogado SEMPRE em cima da hora, conversam, choram, falam que não tem mais o que fazer e por isso vieram nos procurar; e o advogado (que é o médico de seus direitos), atende, e se dobra e se desdobra para resolver a sua “dor de barriga jurídica”. Porém, quando o advogado termina o serviço e chega a hora de receber o combinado, aí a pessoa geralmente acha que está sendo explorada e que o trabalho todo que tivemos não valeu o preço cobrado.

Quando não saem falando mal, não pagam, ou demoram muito para fazê-lo… esquecem-se eles que “dor de barriga não dá só uma vez”.

imageAgora, pior que um cliente que não paga é ver que os próprios juízes, com seus salários absurdamente milionários, vem querer ainda estipular o quanto o advogado vai receber pelos seus serviço… fácil para eles, não é mesmo?

Esquecem-se estes que os contratos são para serem cumpridos, e que o cliente, quando o assinou, estava ciente do valor e forma de pagamento pelos serviços prestados. ABSURDO que certos magistrados ainda se vêem com poderes para interferir nesses contratos (não leoninos e nem abusivos).

imageGente, a profissão de advogado é como uma rosa, tem cor tem perfume, tem beleza, mas também tem muitos espinhos. E entre os espinhos, o que é o mais doído (pelo menos para mim) é que não é que nem uma venda de balcão, onde você entra na loja, pega o que você quer e paga na hora. Geralmente o advogado só recebe quando o serviço está concluído (dependendo do serviço, de 3 meses até 10 anos para terminar).

Então, eis que a matéria abaixo foi retirado da AASP e merece ser lido com atenção.Segue a matéria:

imageO profissional da advocacia diuturnamente luta contra injustiças, abusos de poder, atos ilegais... Enfim, toda a sorte de problemas que afligem o cidadão, empresas, instituições públicas e privadas. Essa batalha é travada, na maior parte das vezes, junto às barras de nossos Tribunais.

São Advogados e Advogadas que recebem de seus clientes o problema no “estado bruto” e, identificando o instrumento a ser utilizado e a solução jurídica mais correta, logram êxito na busca da tutela jurisdicional.

Mas esse êxito somente é obtido após longos anos de árduo trabalho, acompanhando o processo no Fórum, cumprindo etapas da burocracia estatal, discutindo e lutando contra abuso de autoridades, esgrimindo teses jurídicas, participando de audiências, acompanhando perícia, rebatendo as incansáveis decisões que compõem a denominada jurisprudência defensiva de nossos Tribunais, até, ao final, entregar ao cidadão “o que lhe é devido”.

Nesse momento de vitória, conquista do direito de seu cliente, a Advogada e o Advogado vêm se deparando, com impressionante contumácia, com decisões que arbitram honorários de sucumbência em valores ínfimos e outras que os reduzem drasticamente.

Essa redução, o que é mais alarmante e revoltante, vem se dando contra legem, tratando indignamente a advocacia.

Não se tolera mais essa ordem de coisas!

As regras postas (Estatuto da Advocacia e da OAB e Código de Processo Civil) estabelecem limites inferiores e superiores para esses honorários, que, segundo o STF, pertencem ao Advogado.

Os abusos nessa seara são muitos:
•Nos casos previstos pelo art. 20, parágrafo 3º, do CPC (10% a 20% do valor da condenação), vem sendo aplicado apenas o parágrafo 4º do mesmo artigo e fixado percentual menor do que o previsto na lei;
•A apreciação e aplicação dos quesitos contidos no parágrafo 4º do art. 20, CPC, vem sendo feita de forma superficial e desconexa com a dedicação e competência do profissional da advocacia, sem qualquer justificativa;
•Nas ações em que a Fazenda Pública é condenada, tem-se aplicado percentuais e/ou valores de honorários irrisórios, sendo ignorada a aplicação sistemática dos parágrafos 3º e 4º do art. 20, CPC, o que não ocorre quando a causa é julgada favoravelmente à Fazenda Pública;
•Tem havido incidência repetida da indevida compensação de honorários nos casos de suposta sucumbência recíproca;
•Nas causas trabalhistas, não tem sido aplicado o Princípio da Sucumbência e as regras do Código de Processo Civil, em prejuízo do intenso trabalho dos Advogados e Advogadas.
O Conselho da AASP, no afã de cerrar fileiras com a advocacia brasileira contra essa injustiça e caótica situação, deliberou:
•Publicar o presente Editorial e dar a ele ampla divulgação;
•Propiciar espaço para o associado denunciar abusos por ele sofridos;
•Levar aos Presidentes dos Tribunais um relato dessa situação, abrindo canal de discussão do problema;
•Realizar evento de âmbito nacional para discutir esse assunto e propiciar amplo debate e sugestões de encaminhamento.

Honorários não nos vêm, regular e automaticamente, como vencimentos. São contraprestação derivada de mérito, de honor, da honra que se empresta à profissão e que é devida ao profissional pelo trabalho e dedicação ao seu mister, durante anos. Vale lembrar que o custo do exercício da digna profissão do Advogado e da Advogada (manutenção e material de escritório, gastos com pessoal, cursos de aperfeiçoamento) é, na grande maioria das vezes, assumido pelo profissional antecipadamente, que, com base no suor do seu trabalho, conta com o resultado favorável a seu cliente e com a respectiva verba de sucumbência. Assim, quando supostamente o valor de determinada condenação sucumbencial aparenta ser elevado, na verdade aquele valor é dedicado a cobrir inúmeras despesas, investimentos e, quando possível, justa melhoria de vida para o profissional da advocacia.

imageimageAdvogados e Advogadas, não há justificativa para que seja aceita essa vergonhosa situação de inexistente ou ínfima fixação de verbas sucumbenciais ou de sua redução. Segundo o dizer de um dos mais brilhantes advogados (Noé Azevedo): “honorários não são gorjeta”.

 

Associação dos Advogados de São Paulo – AASP
Junho de 2011

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Carta de um devedor caloteiro

Segue carta de um devedor caloteiro, muito criativo e cara-de-pau, publicada na Folha. (SP)

por: Gilmar Henrique Lopes


Pesquisas!

Um texto interessante circula há anos pela internet. Trata-se de um devedor contumaz que resolve fazer um "acordo" com os seus credores em forma de uma linda carta! Se é verdadeira ou falsa, não sabemos.

Segue o texto abaixo:

Esta carta é verídica e foi divulgada pelo próprio
Clube de Dirigentes Lojistas (SPC).

"Prezados Senhores",
Esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias...
Sei que não estou em dia com meus pagamentos.

Acontece que eu estou devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague.

Contudo, meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês.

As outras, ficam para o mês seguinte.

Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta ou aquela empresa em detrimento das demais.

Ocorre o seguinte... Todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha.

Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois "sortudos" que irão receber o meu rico dinheirinho. Os outros, paciência. Ficam para o mês seguinte.

Afirmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa vem constando todos os meses na minha caixinha. Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte.

Finalmente, faço-lhes uma advertência: Se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.

Sem mais,
Obrigado."

Hahahahahahaha!!! Isso é o que eu chamo de “virar o jogo”!!!

Um abraço.

Clóvis Charlanti

quarta-feira, 14 de julho de 2010

SOLUCIONÁTICA: Os 36 Mandamentos da Lei de Clóvis Sobre Como se Livrar das Dívidas.

 

Olá, leitor do LEIA ISSO! Hoje inicio uma nova seção nesse blog, e o nome dela será ‘SOLUCIONÁTICA’, Os xx Mandamentos da Lei de Clóvis Sobre”. E para estreiar, vou colocar aqui um assunto muito em voga nos dias de hoje: DÍVIDAS. Então, trago a vocês algumas dicas que inclusive estão servindo para mim, e tem se mostradas muito úteis. Navegando pela net me deparei com o site Zen Habbits, que publica de dicas diversas e um conteúdo muito interessante. E um dos artigos que li era sobre as dívidas. E lá eles fizeram uma compilação de como eliminar suas dívidas e cuidar de sua saúde financeira.

A lista deles têm alguns itens conceitualmente muito repetidos, alguns adequados só aos hábitos americanos e outros impraticáveis (até mesmo por eles, hehehehe). Mas alguns são úteis e eu achei por bem citá-los e acrescentar algumas de minhas próprias dicas (que estão funcionando), fazendo esta minha modesta versão a seguir e que chamaremos das .

01- Não comece novas dívidas, isto é fundamental. Prefira sempre usar dinheiro para suas compras e não faça compras a prazo.

02- Tenha em mente que você deve gastar menos do que ganha.

03- Seja como as formigas; quando as dívidas encerrarem, separe 60% para reservas e aproveite os outros 40%.

04- Mantenha todas suas dívidas anotadas, assim você vai saber quanto você deve no total. Coloque-as em juntas em um planilha, separadas por pagamentos mensais, taxa de juros, e campos de totais mensais e gerais de todos estes balanços. Atualize mensalmente a medida que for pagando suas dívidas e observe as dividas diminuírem. Além de permitir o controle, a visualizar o progresso motiva a disciplina.

05- Tenha apenas um cartão de crédito e este deve ter um limite baixo (para evitar as tentações antes de ter uma saúde financeira realmente saudável).

06- Crie um fundo de emergência. Preferencialmente uma Conta Poupança para evitar pagar taxas. Se você receber algum dinheiro extra (restituição do IRPF, etc) use-o para reserva de emergência.

07- Corte mesmo os seus cartões de crédito. Sério!

08- Não gaste tudo pagando as dívidas, você precisa deixar o suficiente para pagar suas despesas normais, pois se você não comer e estiver com uma saúde no mínimo aceitável, como você vai ganhar mais dinheiro para acertar sua vida financeira?

09- Evite comer fora. Cozinhe sua própria comida, evite lugares onde a maior parte do preço esta na sofisticação e não no que vem no prato. Também não é pra ser radical. Deixe para comer fora em uma ocasião verdadeiramente especial (Ex. dia dos pais, das mães, ou aniversário de casamento).

10- Fuja das falsas economias. Você realmente precisa daquele bronzeador que vem de graça com a escova de dentes?

11- Busque diversões gratuitas como: visitas a amigos, parques, museus, exposições ou atividades com a família. Além de economizar vai melhorar sua qualidade de vida.

12- Não conte com o fundo de emergência para pagar suas dívidas. Ele não é para isso. Não toque no fundo de emergência!

13- Pegue um caderninho ou uma agenda e marque nele todas as despesas FIXAS que você tem por mês durante o ano. Avalie também as despesas que devem aparecer no futuro (renovações de serviços anuais, por exemplo, são fáceis de esquecer) e se planeje para elas, assim quando elas vierem você já sabe o que fazer.

14- Faça seu orçamento, conhecendo o destino de seu dinheiro, e dê uma margem de segurança.

15- Pague o mínimo em cada dívida e ataque as menores com todo dinheiro extra que conseguir. Assim que eliminar completamente uma divida, faça o mesmo com a próxima. Você vai começar a se sentir, poderoso, dono da situação!

16- Identifique suas tendências de gastos e determine limites para cada uma (só para as essenciais, caso contrário, corte a tendência supérfula).

17- Persista. Assuma o compromisso de acabar com suas dívidas e se elas não estiverem lentamente diminuindo reveja seu comprometimento. Mudança é difícil e você precisa livrar-se dos hábitos que te levaram a ter dívidas. Qualquer um é capaz, incluindo você: pare de gastar agora!

18- Observe suas reais necessidades e não tente racionalizar e inventar desculpas para comprar a última novidade tecnológica ou mais uma peça de roupa ou sapato.

19- Descubra os métodos que funcionam com você e mantenha-os. Se algo não esta funcionando, procure outra forma.

20- Seja paciente. As dívidas não irão desaparecer de uma hora para outra, acompanhe seu progresso e não espere mudanças repentinas.

21- Faça uma economia realista. Coloque a maior parte do dinheiro para pagar as dívidas e ter um fundo de emergência mas deixe um pouco para gastar à vontade. Poucas pessoas conseguirão se manter sem vida social e lazer. Se você é uma delas, então experimente usar 40% do que ganha, guardar 50% do que ganha e usar à vontade 10% (depois de pagar as dívidas planejadas para o mês).

22- Elimine. Examine as coisas em sua vida que não são realmente necessárias e estão fazendo você acumular dividas. TV por assinatura, internet com mais velocidade que precisa, assinatura de revistas que você não lê. Se você acha difícil se livrar destas coisas, some os valores gastos e veja o quanto economizará, mensal e anualmente, você vai ficar surpreso!

23- Pare de pegar empréstimos. Isso inclui: cartões de crédito, financiamento de carro novo, etc. Se você não pode comprar em dinheiro agora, você não pode comprar!

24- Separe suas despesas em categorias. Anote-as e observe quais áreas você tem problemas com gastos e focalize sua meta nelas.

25- Sempre saiba exatamente quanto dinheiro você tem (na carteira e no banco).

26- Faça um plano, qualquer planejamento financeiro é melhor que nenhum.

27- Tenha visão a longo prazo, tenha em mente onde você estará em cinco, dez ou trinta anos a frente.

28- Desligue a tv, jogue fora malas diretas, folhetos de propaganda e e-mails de propagandas. Faça isto para não ficar tentado a comprar coisas que você realmente não precisa.

29- Recebeu um aumento? Faça de conta que não aconteceu. Coloque todo este dinheiro para pagar as dívidas.

30- Mude a forma de pensar o dinheiro. Calcule quanto dinheiro você faz em uma hora de trabalho e então aplique o fator tempo em suas compras. Veja quanto tempo você terá que passar trabalhando para pagar aquele gadget novo e veja se vale a pena este esforço. Provavelmente não.

31- Pague primeiro as dívidas com juros mais altos.

32- Fique atento às alternativas. Você realmente precisa daquela marca? O modelo mais novo (e mais caro) realmente é o que você precisa?

33- Ganhe dinheiro extra. Aproveite alternativas que gerem retorno extra e aplique-as para saldar as dívidas.

34- Coloque um cartão na sua carteira com a frase: “VOCÊ REALMENTE PRECISA DISSO?”

35 – Evite a todo o custo ser INVEJOSO ou ter os OLHOS MAIOR QUE A BARRIGA. Não é porquê seu vizinho comprou um carro novo que você será obrigado a comprar um também só “para não ficar para trás”. Deixe essa competição idiota de lado. Se concentre em pagar o que deve e fazer crescer o seu dinheiro. Muitas vezes o seu vizinho financiou o carro e está comendo pão com mortadela só para “manter as aparências”. Não caia na dele!

36- Imprima esta lista e releia freqüentemente. Marque os itens que precisa reforçar. Torne um hábito e não desista!

Se você gostou dessas dicas, indique essa matéria para seus amigos. Muito obrigado por visitar meu Blog!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

VERGONHA:SALÁRIO FAMILIA DE LADRÃO CONDENADO É MAIOR QUE O DE POLICIAL HONESTO

 

Extraido de um e-mail recebido do colega CHIKO PENHA

Será que os filhos deles são melhores que os dos policiais???

Leia abaixo o porque estamos pensando que sim:


Presidência da República

Casa Civil


Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO No 3.048, DE 6 DE MAIO DE 1999.

Aprova o Regulamento da Previdência Social, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição Federal...

Art. 5º A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá a:

I - cobertura de eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada;

II - proteção à maternidade, especialmente à gestante;

III - proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário;

IV - salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda; e

Art. 25. O Regime Geral de Previdência Social compreende as seguintes prestações, expressas em benefícios e serviços:

I - quanto ao segurado:

a) aposentadoria por invalidez;

(...)

b) auxílio-reclusão;

Brasília, 6 de maio de 1999; 178o da Independência e 111o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Waldeck Ornélas
E teve aumento que nós não tivemos

Auxílio-reclusão

O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. Não cabe concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto.

Para a concessão do benefício, é necessário o cumprimento dos seguintes requisitos:
- o segurado que tiver sido preso não poderá estar recebendo salário da empresa na qual trabalhava, nem estar em gozo de auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço;
- a reclusão deverá ter ocorrido no prazo de manutenção da qualidade de segurado;
- o último salário-de-contribuição do segurado (vigente na data do recolhimento à prisão ou na data do afastamento do trabalho ou cessação das contribuições), tomado em seu valor mensal, deverá ser igual ou inferior aos seguintes valores, independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas, considerando-se o mês a que se refere:

PERÍODO
SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO TOMADO EM SEU VALOR MENSAL

De 1º/6/2003 a 31/4/2004
R$ 560,81 - Portaria nº 727, de 30/5/2003

De 1º/5/2004 a 30/4/2005
R$ 586,19 - Portaria nº 479, de 7/5/2004

De 1º/5/2005 a 31/3/2006
R$ 623,44 - Portaria nº 822, de 11/5/2005

De 1º/4/2006 a 31/3/2007
R$ 654,61 - Portaria nº 119, de 18/4/2006

De 1º/4/2007 a 29/2/2008
R$ 676,27 - Portaria nº 142, de 11/4/2007

De 1º/3/2008 a 31/1/2009
R$ 710,08 – Portaria nº 77, de 11/3/2008

De 1º/2/2009 a 31/12/2009
R$ 752,12 – Portaria nº 48, de 12/2/2009

A partir de 1º/1/2010
R$ 798,30 – Portaria nº 350, de 30/12/2009

Equipara-se à condição de recolhido à prisão a situação do segurado com idade entre 16 e 18 anos que tenha sido internado em estabelecimento educacional ou congênere, sob custódia do Juizado de Infância e da Juventude.

Após a concessão do benefício, os dependentes devem apresentar à Previdência Social, de três em três meses, atestado de que o trabalhador continua preso, emitido por autoridade competente, sob pena de suspensão do benefício. Esse documento será o atestado de recolhimento do segurado à prisão .

O auxílio reclusão deixará de ser pago, dentre outros motivos:
- com a morte do segurado e, nesse caso, o auxílio-reclusão será convertido em pensão por morte;
- em caso de fuga, liberdade condicional, transferência para prisão albergue ou cumprimento da pena em regime aberto;
- se o segurado passar a receber aposentadoria ou auxílio-doença (os dependentes e o segurado poderão optar pelo benefício mais vantajoso, mediante declaração escrita de ambas as partes);
- ao dependente que perder a qualidade (ex.: filho ou irmão que se emancipar ou completar 21 anos de idade, salvo se inválido; cessação da invalidez, no caso de dependente inválido, etc);
- com o fim da invalidez ou morte do dependente.

Caso o segurado recluso exerça atividade remunerada como contribuinte individual ou facultativo, tal fato não impedirá o recebimento de auxílio-reclusão por seus dependentes.

  • Como requerer o auxílio-reclusão
    O benefício pode ser solicitado por meio de agendamento prévio, pelo portal da Previdência Social na Internet, pelo telefone 135 ou nas Agências da Previdência Social, mediante o cumprimento das exigências legais.
    Importante: Se foi exercida atividade em mais de uma categoria, consulte a relação de documentos de cada categoria exercida, prepare a documentação, verifique as exigências cumulativas e solicite seu benefício.
  • Dependentes

Segurado (a) contribuinte individual e facultativo (a)

Segurado (a) empregado (a)/ desempregado (a)

Segurado (a) empregado (a) doméstico (a)

Segurado (a) especial/trabalhador (a) rural

Segurado (a) trabalhador (a) avulso (a)

Valor do benefício

O valor do auxílio-reclusão corresponderá ao equivalente a 100% do salário-de-benefício.

Na situação acima, o salário-de-benefício corresponderá à média dos 80% maiores salários-de-contribuição do período contributivo, a contar de julho de 1994.

Para o segurado especial (trabalhador rural), o valor do auxílio-reclusão será de um salário-mínimo, se o mesmo não contribuiu facultativamente.

Perda da qualidade de segurado

Dúvidas frequentes sobre:

Categorias de segurados

Dependentes

Carência

Legislação específica

Lei nº 8.213, de 24/07/1991 e alterações posteriores;

Decreto nº 3.048, de 06/05/1999 e alterações posteriores;

Instrução Normativa INSS/PRES nº 20 de 10/10/2007 e alterações posteriores.

terça-feira, 11 de maio de 2010

RESPOSTAS INTELIGENTES: Carta Resposta a Renato Aragão e a Criança Esperança, da rede Globo

Recebi por e-mail e achei espetacular esta Carta Resposta a Renato Aragão. Não deixe de ler e divulgar!

Sempre fui contra este teatro rebolado de atores que fingem serem úteis, dando cobertura com o chapéu alheio. Renato Aragão é o palhaço-mor dessa festa, que chantageia o público com uma estória de fazer uma vaquinha-nacional para salvar crianças. Ninguém ali faz nada de graça,....e o povo não precisa de esmola; o governo arrecada demais para cuidar do povo e não o faz... JJR:. CHEGA!!!

Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi. Dou nota DEZ para essa mulher....

” Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências).

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.

Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação.. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.


P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.


PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.


PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS? MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?


BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas) DIVULGUEM ....

É, o LEIA ISSO ajudando apara que a “Luz” chegue na maior parte dos brasileiros que puder alcançar!

Comente, indique, copie, passe à frente!

(Visite os selos para esta eleição)

p5

segunda-feira, 8 de março de 2010

INFORMAÇÃO: Como dobrar o seu salário em 12 meses sem pedir aumento.

 

 "Não importa se o gato é preto ou branco, contanto que ele pegue o rato, ele é um bom gato."


Querida(o) Amiga(o),
Invista 30% do seu salário na própria empresa. É isso mesmo! Na próxima vez que você receber o seu pagamento, diga ao seu chefe que você quer investir 30% do seu salário na empresa em que você trabalha. Eu sei que parece heresia ou absurdo, mas é isso mesmo, devolva o salário para a empresa.


Eu não estou pedindo para você fazer uma doação ou algo do gênero, eu estou sugerindo que você faça um investimento. Diga ao seu chefe que para cada 1 real investido na empresa, você espera receber 2 reais em 6 ou 12 meses.


Diga também que para eliminar a burocracia referente ao trâmite do dinheiro, você vai fazer o favor para a empresa de reter o dinheiro consigo, e escolher você mesmo como investir na empresa.


Eu acredito que não existe ninguém melhor do que você para saber o quê está faltando na sua área para melhorar os negócios.

Pegue o seu salário e faça acontecer!


Parece loucura? Just do it!


Os livros dizem que a primeira bolsa de valores da história surgiu na França no Século 11. Os mais modernos dizem que a primeira e verdadeira bolsa de valores surgiu na Holanda em 1602. Semana passada, durante uma palestra, um amigo me ensinou que a primeira bolsa de valores do mundo surgiu há quase 5 mil anos, e foi inventada pelos Fenícios para perpetuar os seus negócios comerciais .


Há mais de séculos a Bolsa de Valores é o lugar onde o empresário pode levantar dinheiro para financiar o crescimento da sua empresa; onde uma pessoa física pode apostar parte das suas economias na compra de ações de empresas bacanas e assim financiar o seu próprio crescimento pessoal, onde o governo e as pequenas empresas podem ganhar dinheiro para financiar hospitais e escolas públicas ou o desenvolvimento empreendedor de um pequeno negócio inovador.


A bolsa de valores é o único lugar do mundo onde os crimes de colarinho branco são realmente punidos. A bolsa é cruel com quem erra. Na bolsa os executivos das grandes empresas não conseguem esconder por muito tempo as besteiras que eventualmente cometem. Eles têm que prestar contas sobre as suas decisões de negócios, e por isso terminam por investir no desenvolvimento de melhores práticas de gestão corporativa para demonstrar aos acionistas que eles têm controle sobre o que está acontecendo na empresa. Conseqüentemente, todo o mundo capitalista ganha e se torna mais profissional.


cifrão Por que você não se torna um pequeno investidor da própria empresa em que trabalha?


Marcus (vamos chamá-lo assim), vendedor b2b de serviços gráficos, ouviu o diabo que o pão amassou porque fez algo semelhante semanas atrás.


Depois que o gerente comercial da empresa em que trabalha matou a idéia de produzir brindes de final de ano para os clientes, Marcus decidiu fazer os brindes por conta própria.


Ele precisou apenas de duas semanas para transformar 4 mil reais das suas economias em 300 kits de mesa com a logomarca da empresa para distribuição para os clientes.


Os kits de mesa ficaram show de bola, e rapidamente viraram objeto de desejo no escritório onde Marcus trabalha.


Desde o princípio Marcus não precisava dos 300 kits, por isso ele tratou logo de distribuir 200 kits entre os colegas vendedores para que eles também pudessem se beneficiar da iniciativa.


A operação dos brindes não demorou muito para ser percebida pelo gerente comercial que havia sepultado a idéia de Marcus. "Marcus, você está tentando me derrubar??!!!" disse o gerente, "Eu não tinha te falado que a empresa não tinha dinheiro para fazer brindes???!!!, Por que é que você foi fazer os brindes???!!! Tá louco é??? Quer causar algum tumulto na empresa???? Tirar a minha autoridade???!!! Nunca mais faça isso!"
No dia seguinte o calvário gerencial continuou. Pela manhã foi chamado na sala da gerente de recursos humanos para explicar porque não seguiu a autoridade do seu gerente, à tarde foi chamado na sala do gerente de marketing para ouvir o sermão da montanha sobre os erros cosméticos que a marca da empresa sofreu na impressão dos brindes, foi chamado inclusive na sala do gerente de relações públicas porque a carta que acompanhava o brinde tinha alguns erros ortográficos de português.


Durante todo esse processo Marcus resolveu engolir o sapo. No dia em que me contou essa história ele confessou, "Sabe Ricardo, na hora eu abaixei a cabeça e pedi desculpas para todos. Não valia mais a pena se desgastar. Entretanto, se houver uma nova oportunidade eu vou repetir o que eu fiz, e fazer o que eu acredito que é certo. Eu não ligo para o quê os gerentes dizem. Eu já esperava esse tipo de reação. Gerente é pago para fazer, não para pensar, nem para mudar, nem para inovar."


Felizmente, o pensamento da alta direção da empresa é completamente diferente dessa turma. Uma semana depois do ocorrido, Marcus foi chamado pelo dono da empresa. "Marcus, eu gostaria de te dar os meus parabéns pessoalmente pela iniciativa de comprar os brindes para os clientes. Além de terem ficado maravilhosos, você ajudou a iluminar muitas cabecinhas por aqui. Muita gente ficou brava com você, mas saiba que EU estou muito feliz por ter você conosco. Eu já deixei claro entre todos os gerentes que iniciativas como a sua tem que ser incentivadas. Se eu estivesse no seu lugar eu teria feito o mesmo. São pessoas como você que um dia se sentarão onde hoje eu estou sentado."


A empresa como você conhece hoje surgiu 150 anos atrás. Naquele momento, as empresas e empreendimentos nasciam a partir da iniciativa da comunidade em melhorar alguma coisa. Empreendimentos se formavam para construir uma ponte, levantar um hospital, reformar uma rua, construir uma loja etc. As empresas existiam para fazer o bem, e quando o trabalho acabava, elas se dissolviam. O negócio funcionava porque a própria comunidade que as criava participava das suas decisões.
A origem das empresas se perdeu porque a grande maioria dos indivíduos hoje em dia "acha" que o empreeendimento-empresa não lhes pertence. Errado! Todo indivíduo-funcionário deveria compreender que é parte de uma espécie de polícia do bem, responsável por assegurar que a empresa sirva a uma parte da sociedade em que vive, que a empresa faça o bem, caso contrário, deve ser dissolvida.


Todo negócio deve existir para fazer o bem! E isso só acontece se o indivíduo participar, e se a empresa transferir a todos os funcionários o poder para resolver os problemas dos clientes sem a necessidade de pedir a benção do papa, do bispo, da freira ou de qualquer outro santo presente na hierarquia da empresa.


NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!


QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Fonte: “ Ricardo Jordão Magalhães
Fenício na vida passada
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Ricardo Jordão Magalhães Fundador da BIZREVOLUTION e-mail e messenger: ricardom@bizrevolution.com.br www.bizrevolution.com.br

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