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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Depois de um longo e tenebroso inverno…

 

Não me lembro quando e nem quem usou esta expressão pela primeira vez. Sei que desde que eu a escutei não mais esqueci. Gosto de usá-la com certa frequência.

Então, foram-se os concursos… algumas vagas preenchidas e outras nem a menor intenção de chamar para o trabalho… a maioria dos concursos do tipo “chamada de capital”, ou seja, quando uma prefeitura ou um outro órgão resolvem fazer um concurso do tipo “bolsa reserva” sabendo que não vai precisar do pessoal pelos próximos 4 a 5 anos (sendo que um concurso, em média dura 2 anos).

Enfim, me cansei. Agora vou voltar a publicar neste blog. À princípio vou bem devagar para ver se “pego o jeito” novamente. Acho que pelo menos uma postagem a cada 7 ou 10 dias está de bom tamanho, não é mesmo?

Pretendo continuar com a mesma linha, ou seja, curiosidades, informações e afins.

Muito grato a todos que pediram para que eu voltasse a postar e, não vou citar nome de ninguém por receio de esquecer de algum.

ENtão, é isso.  Muito grato pela sua atenção e aguarde mais matérias interessantes em breve.

Amplexos cordiais!

Clóvis Charl.

Um comentário:

Sergio Faraco disse...

A frase que mencionas é o segundo verso de um soneto do poeta brasileiro Luis Guimarães Junior (1845-1898), intitulado "Visita à casa paterna". O soneto começa assim: "Como a ave que volta ao ninho antigo / depois de um longo e tenebroso inverno" etc. Cordial abraço.

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